segunda-feira, 3 de agosto de 2015

MÃOS AO ALTO: O cliente é como o ladrão!

Mãos ao alto:
O cliente é como um ladrão!

1-     O cliente é que nem ladrão, você não sabe quando vem, de onde vem, como vem, quando vem você não sabe o que vai levar  e com quantos vem. Não sei se sou de fato o criador desta frase, mas confesso que nunca havia ouvido ela, antes de pronunciá-la, mas sendo o autor ou não, fato é que quando se trabalha com vendas, sobretudo nós corretores, seja de imóveis, seguros ou planos de saúde, estamos sempre a mercê do cliente, para nós não importa se é sábado, domingo, feriado, dia de semana, manhã, tarde e até noite, pra nós o que importa não é nem atender ao cliente e sim encantá-lo,
Nunca se sabe de onde vemde forma que realizemos o sonho dele, enquadremos ele no que de fato procura, o façamos viver aquilo que sonhou, idealizando a nós, criando relacionamento com ele e sua família.
Nessa hora, na hora de recebermos um cliente em nossa carteira, é que ele se parece com ladrão e embora a comparação pareça um pouco pesada, pense em algumas coisas:
2-     Nunca se sabe quando vêm
3-     Nunca se sabe como, por intermédio de que ou quem vem
4-     Nunca se sabe o que vai levar
5-     Nunca se sabe quem mais vai trazer

1-     Quantas vezes estávamos em um plantão ou até mesmo em casa, sem imaginar que poderíamos vender algo, fechar algum negocio, mas inesperadamente, surge uma oportunidade, algo que alguns chamam de sorte, outros chamam de predestinação, mas na verdade é bem semelhante a um assalto, onde você esta em uma rua tranqüila, em um bairro que jamais ficaria em sinal de alerta, se precaveria e surge, quase que ‘do nada” um assaltante, pego de surpresa você sequer consegue reagir!
2-      De onde vem é também um ponto desconhecido, pois todos os dias ouvimos historias de cliente que vieram desde um despretensioso anuncio nestes sites gratuitos, até por redes sócias. Eu mesmo já fiz negocio com um cliente que me chamou em uma rede social na sexta, no domingo fechou negocio, o que prova claramente que não sabemos de onde vem o cliente, aquela sensação de estar parado no sinal, olhar para ambos os lados, no retrovisor e nada, a rua deserta, mas ao virar o rosto e voltar, já vê alguém do lado do seu vidro, lhe “mandando” baixá-lo.
3-     Como eles vêm se assemelha muito com o fato de onde vem, mas como vem não sabemos pelo fato de clientes virem por intermédio de parentes, amigos e alguns que nem sabemos como os captamos, aquela sensação que uma pessoa tem ao chegar em casa e ver que alguém entrou em sua residência, mesmo com tudo trancado e todos os dispositivos de seguranças em perfeito estado e funcionando, uma breve olhada em volta e a pergunta: como?
4-     Quando, de onde, como vem, não se sabe, imagina saber o que vão levar? Não temos a menor idéia, quem nunca começou um atendimento ofertando um determinado produto, plano, imóvel, contrato e acabou fechando algo totalmente diferente? Se tratando de imóveis, você começa um atendimento sobre um produto na zona norte e acaba fechando um na zona oeste, começa o atendimento na zona oeste e fecha na zona sul, eu particularmente já comecei um atendimento na zona oeste e terminei fechando um empreendimento na zona sul, mas zona sul de São Paulo, é como a experiência de estar em um local tranqüilo, com diversas pessoas a volta e derrepente alguém se levanta e exclama: fui assaltado! Só a pessoa foi assaltada, ou todos serem assaltados e só uma pessoa não!
5-     Dia após dia vemos casos de assaltos em nossa cidade e na maioria dos casos o assaltante não esta sozinho, é como um cliente que após receber um bom atendimento e fechar negocio, pede para ir novamente ao empreendimento, levar a tia, prima, cunhado, irmão, filho, etc. nunca sabemos se está sozinho ou se vai trazer mais alguém, o atendimento a um cliente pode não ser um fim em si mesmo.
O cliente é como um ladrão, porém, neste caso o melhor modo de nos protegermos é nos qualificando mais, buscando mais recursos, mais ferramentas e mais produtos à mão, já que este é um ladrão que queremos que leve tudo de nós e o mais importante que podemos “perder” ou a palavra certa seria compartilhar, com o cliente, é informação, afinal já diz o ditado: quem tem informação, tem poder!” E quanto mais poder, mais assertividade, mais força no fechamento de uma venda, certeza de que está entregando o produto certo, na medida certa, com a bonificação não apenas para você, mas para o cliente, certeza de enquadramento em todos os aspectos, o que lhe dará a oportunidade de coordenar suas ações e reações, reagindo bem para que este que na verdade não vem lhe roubar, mas sim lhe comprar informação e realização, possa manifestar que não está só, trazendo outros para lhe “render” e levar mais coisas, as coisas certas para cada um, pois neste caso seria uma sensação de frustração vivermos aquela experiência que muitos já passaram do ladrão vir, anunciar o assalto, render a pessoa e levar alguma coisa de um dos bolsos, mas o maior valor, a grande quantia ou objeto maior, estar do outro lado.
Portanto vamos estar prontos para qualquer dia, hora e local, com a mentalidade de que não existe plantão ruim, não existe cliente chato ou sem recurso, ele pode parecer desarmado, mas ter “parceiros”, estar com a arma escondida.
Vamos estar, principalmente, preparados, em um cenário em que só se fala de crise, onde tudo parece ruim, ainda há locais a serem explorados, ainda há ferramentas a serem adquiridas, ainda há mais que uma saída, há uma entrada, entrada á realização, entrada a um método ainda não explorado, entrada ao seu e meu sucesso.
Ainda há riscos maiores a se correr, pois o lucro é proporcional ao risco, se estamos correndo pouco risco, estamos buscando pouco lucro e neste caso, se tratando de Rio de Janeiro, todo local é perigoso, todo local pode surpreender, todo local pode ser escuro e deserto, onde muitos não estão vendo ninguém, pode surgir um, dois, três, até uma “gangue” inteira e assim, cada vez mais corremos risco, o risco de vender, o risco de vender a mais de um, o risco de fechar um andar inteiro, basta que estejamos preparados e dispostos a entender que a cidade é maravilhosa sim, mesmo quando não dá para ir a praia, mesmo quando parece que o sol não vai mais voltar a brilhar, mesmo que alguns insistam em dizer para sair disso, mesmo que nada ao nosso redor pareça um ponto turístico e as contas insistam em chegar, nós mudaremos as rotas, trocaremos os caminhos, exploraremos até os becos e vielas da venda, mas com toda certeza, encontraremos algo ou algo nos encontrará, pois a oportunidade sempre se encontra com a preparação!

Boas vendas!


Luciano Pierre Santos

terça-feira, 21 de julho de 2015

OLHA O CLIENTE....É MENTIRA OU VERDADE?!

Em época de festas juninas, julinas, agora até as, agostinas, somos logos lembrados das brincadeiras nos arraiás, são tantas coisas, doces, roupas, ornamentações e músicas específicas, eu confesso que nesta época sempre me lembro da querida Elba Ramalho, pois as musicas interpretadas por ela, insistem em tocar dezenas, até centenas de vezes nas festas.
Uma das brincadeiras e arrisco-me a dizer, preferidas de quase todos, é a pescaria, pois a vontade de ganhar um brinde é enorme, além da diversão que é ficar ali naquela "luta" com a varinha o gancho dela e o do peixe, que contém o brinde.
Uma coisa que ouvimos muito, mas sequer sabemos as técnicas, é a pescaria, muitos até se afeiçoam, comentam, assistem programas, mas não dominam as técnicas e é claro que a pescaria de fato, com rio, mar, anzol e peixes de verdade, não tem muito haver com a brincadeira pescaria, mas uma coisa dentre muitas que poderíamos citar é que em ambas há duas coisas fundamentais; paciência! O gancho está em ambas, peixe há também, mas paciência é o fator que conta, enquanto um precisa passar horas no mar, enfrentando até fome e frio, outro está querendo terminar logo, quer pegar o brinde a todo custo, curtir o resto da festa e como dizia  Shakespeare: " Não é digno de saborear o mel aquele que se afasta da colmeia com medo das picadelas das abelhas." 
em um mundo cada vez mais corrido, falar de paciência, pensar estratégia, criar algo, gastar um tempo para se atingir um objetivo, não é muito normal, queremos resultados em tempo recorde, queremos os peixes e até os peixes grandes, de forma rápida e insegura, pois quanto menos tempo levamos trabalhando em algo, menos segurança temos para executar e principalmente manter, aquilo que criamos ou adquirimos.
Para nós corretores, a pescaria é diária, a "brincadeira" não termina nunca e muitas vezes por já estarmos a certo tempo com o anzol no mar, achamos que não podemos esperar, sentar e criar novas estratégias, pensar um pouco mais, buscar o peixe certo, no lugar e hora certa!
Não podemos viver pensando no "brinde", o brinde é uma recompensa pelo dinheiro e tempo investido, pela diversão que é a pescaria e principalmente pela paciência que tivemos para encaixar o gancho do anzol no gancho, fazendo o investimento, o tempo, a dedicação, a euforia dos que estão a volta, valer a pena e principalmente divertido, afinal, já ouvimos milhões de vezes que devemos fazer aquilo que gostamos, mas meso assim insistimos em buscar profissões e em nosso caso, empreendimentos, vendas, que nos dê brindes maiores e melhores!
O tamanho do brinde não pode ser maior do que a satisfação de se pescar, de se divertir, de se satisfazer em estar na pescaria, pois quando se vai a uma pescaria nestas festas, muitas vezes ganhamos bolas de plastico, bonecas que não falam, andam e comem, carrinhos que logo soltam as rodas, pirulitos, balas, coisas que não possuem um preço muito baixo, mas um grande valor, pois tudo aquilo que possui preço, não tem valor e o que tem valor não tem preço, seu carro pode ter custado 300 mil reais, ele não tem valor, pois você consegue viver sem ele, mas um filho não tem preço, tem valor, assim como a saúde, a alegria e a satisfação de se sentir bem, realizado e isso vai muito mais além de um cliente ou uma comissão. O que devemos é saber que peixe sempre haverá, o que muda são as marés, tipos de anzóis, os barcos em que entramos e principalmente, a paciência, pois muitos em períodos de maré baixa, de escassez de peixes, desistem, desistem de ir até o fim com um cliente, desistem de ligar, tentar, apresentar opções, mudar as opções, alguns chegam, até, a desistir de parte da comissão, abrindo mão para poder fechar, injetando pressa na hora em que deveriam ser mais tranquilos. Quando o mar está parado, não significa que não há peixes, significa que é um período, apenas um período de calmaria, onde os que se mantiverem firmes e seguros, usaram este tempo, com paciência, para se qualificarem, darem mais atenção as suas "armas", suas "iscas", seus barcos e, seus remos, certos de que com a isca certa e preparado para puxar o peixe até o barco, conseguiram uma boa pescaria, leve pouco ou muito tempo!

quinta-feira, 16 de julho de 2015

O cliente e o Ladrão!

CLIENTE É IGUAL LADRÃO:
VOCÊ NÃO SABE QUANDO VEM, DE ONDE VEM, POR ONDE VEM E QUANDO VEM VOCÊ NÃO SABE COM QUANTOS VEM E NEM O QUE VAI LEVAR!

segunda-feira, 30 de março de 2015

ISSO TUDO?!

Nós que trabalhamos com vendas, muitas vezes, ao efetuar um fechamento, estando ainda na mesa com cliente, comprador e vendedor, conjugues e advogados, ouvimos o cliente, comprador, soltar a célebre perola: Isso tudo de comissão?! normalmente, damos aquele sorriso amarelo e muito sem graça, disfarçamos, mudamos de assunto ou simplesmente nos calamos.
Eu já ouvi isso algumas vezes e estando alguns anos na corretagem, nessa tensa e emocionante vida de comissionado, tenho como regra a observação de que geralmente quem faz esta "piadinha" que mais parece uma facada no peito do corretor, é o cliente que mais te deu trabalho, é aquele que você~e mais rodou mostrando imóveis, demorou a agrada-lo, ao conjugue, a família toda, incluindo gente que sequer vai morar lá, quase perdendo a venda diversas vezes por palpites e opiniões destes.
Quando um cliente faz esta declaração, ele imagina duas coisas mais que erradas; a primeira, é que você faz uma venda desta por dia, por semana e até mesmo por mês. A segunda coisa é que ele imagina é que ele está pagando a comissão, que poderia comprar o imóvel, ou seja lá o que você~e esteja vendendo, sem aquele valor!
A primeira é obvia que não é verdade, não vendemos todos os dias, não fechamos contratos a todo instante e em caso de imoveis, há corretores que passam dos dias, semanas e até mês, fechando uma venda em três, quatro meses, assim como, se o vendedor decide um valor e o corretor está de acordo, ele, o vendedor está de acordo que o valor que ele receberá em mãos, estará abatido os custos da corretagem e esta regra será para qualquer ramo de vendas sob comissão!
Por trás de uma comissão, está todo suor, empenho, dedicação, qualificação, momentos de abrir mão de família, amigos, lazer e muitas, muitas vezes comida, pois qual de nós vendedores nunca deixou de almoçar para atender um cliente que só poderia naquela hora?
A comissão pode até ser alta, quando fechamos determinados negócios, mas ela muitas vezes é tem que se tornar de ida e vinda, pois irá sanar compromissos à frente, mas também os à trás, dos dias, semanas, meses em que não vendemos.
Isso tudo, se torna pouco ou o necessário, quando se olha para este ajuste e equilíbrio em que a comissão irá ser aplicada!
CONTINUA...

segunda-feira, 16 de março de 2015

MUITO BOM, EXCELENTE!

Na venda, assim como na vida, perdemos as contas de quantas vezes ouvimos dizer que precisamos de perseverança, de continuidade, ser forte, vencer desafios, superar momentos ruins, etc. Algumas destas palavras, dependendo da situação, já as temos como clichês e por vezes não damos mais importância, não extraímos o melhor delas ou pior, não aplicamos elas no dia a dia.
Quando as situações nos sobrevêm e elas sempre vêm, deixamos, diante dos nossos olhos, passar oportunidades de por em pratica todos estas coisas que ouvimos quase que rotineiramente!
Eu já afirmei e acredito, que vender é para todos, pois podemos ser treinados e capacitados, mas para se tornar excelente, pouco mais que bom vendedor, é preciso saber que há sementes que serão lançadas e demoraram um pouco mais para germinar, fazendo-se valer as questões de perseverança, continuidade, superação e tudo mais. O dia em que a venda não acontece, o dia em que todo o trabalho foi feito, todas as apresentações foram feitas, o que tinha que ser enviado foi, exposto, foi, demostrado, foi e mesmo após todo o trabalho técnico feito, não aconteceu a venda, é neste dia ou nestes dias, pois passamos por isso dezenas e até centenas de vezes, que virá a excelência. Precisamos entender que o crescimento só virá nos momentos que não acontecer, pois no momento que acontecer descansamos, porém, quando não acontece, treinamos mais, buscamos mais, nos aprofundamos mais, caçamos a todo custo as respostas que solucionam os porquês e nesta busca crescemos mais, aprendemos mais e acima de tudo, recebemos carga nas nossas emoções, aí vêm a paciência, a perseverança, a fé e a constância. É neste ponto que entendemos que não é se vendi ou não vendi, é muito mais profundo, é algo além do momento do fechamento do contrato, da venda, é saber ser firme quando não vendeu e manter a mesma firmeza quando vende, sem a depressão comum de quem não conseguiu fechar negócio e a excitação, também comum após um bom ou grande fechamento.
O que precisamos entender é que não é o que vende, quanto se vende, o que se alcança e sim como se alcança, pois os grandes vencedores alcançaram os mais belos resultados, após diversos fracasso, sabendo que a única diferença deles para os que não atingiram os resultados, foi a forma com que trataram a derrota, a forma com que se mantiveram em períodos que não venderam nada, em que as águas dos seus negócios se mantiveram absolutamente paradas, a forma como eles se mantiveram mesmo quando não viam sequer uma luz no fim do túnel, alguns sequer possuíam um túnel por onde seguir, mas mesmo assim foram em frente, continuaram a caminhar, mesmo com dor, continuaram muitas vezes em uma estrada onde todos que encontravam, estavam indo na direção oposta e mesmo assim acreditaram, porém, temos certeza, certeza absoluta, que o ganharam mais do que bens, resultados financeiros, ganharam mais do que um reconhecimento na história ou na empresa, ganharam o bem mais precioso do vendedor: a constância e com ela, a certeza deu que vendedo ou não vendendo, ele sabe quem é e principalmente o que faz, sabendo quem se é e o que faz, vem a segurança e um coração feliz e seguro do que faz, certamente alcançará os resultados!

sábado, 28 de fevereiro de 2015

VENDER NÃO É PARA POUCOS, É PARA TODOS!


a frase parece ir na contra mão do que dizem especialistas em vendas, contra os métodos, livros e palestras motivacionais, pois todos forma a ideia de que ninguém nasce vendedor, mas que se pode treinar e virar um.
virar um bom vendedor é obvio que qualquer um pode e não anulo a eficácia dos treinamentos e técnicas de vendas, jamais faria isso, sabendo que o treinamento continuo leva se não a perfeição, a proximidade dela, porém, vender não é uma arte para poucos, vender é para todos, certo de que se colocamos os pés neste mundo, teremos que ser vendedores, vendedores de tudo, principalmente da nossa imagem e quantos nesta hora já vendem barato a imagem, com a negativa de ir para as vendas.
Eu mesmo fui chamado diversas vezes para ir para a venda, venda de roupas, venda de materiais específicos, venda de eletrodomésticos, tudo, mas nunca fui, com a resposta de que não era vendedor, não sabia vender!
Quem declara não saber vender, está de fato fazendo uma péssima venda, pois a imagem é a primeira coisa a ser vendida e isso todos, também sabemos, mas dizer que não sabe sem completar que estaria disposto a aprender, é dizer que não quer ou que vai perder mesmo antes de entrar na batalha!
todos podem vender, pois todos conseguem negociar com pai, mãe, amigos, todos sabem negociar mais meio ponto na sala de aula ou passar aquela cantada, porque a venda se parece em muito com a paquera e para aqueles que já nem tentaram por ser a menina muito bonita ou o cara ser de família nobre, sabem que perderam grande oportunidade e o pior é quando vê que aquela pessoa ficou ou está com alguém que julgamos ser inferior a nós!
Portanto vender é para todos e por mais que algumas negociações na sua vida tenham dado erradas, é certo afirmar que todos nós já obtivemos exito em tantas outras, sendo as mais valiosas negociações, aquelas em que ganhando ou perdendo, não se foi visto um real sequer, pois as coisas mais valiosas não têm preço, nós as conquistamos na raça, na insistência, na sutileza de um sorriso ou na bravura da não desistência e se é assim nas partes e momentos mais importantes de nossas vidas, porque nos abateríamos com o chefe, com o resultado que não foi o esperado, com uma simples nota vermelha ou uma reprovação profissional e pessoal?
Se não foi desta vez, tente de novo, se te devolveram o produto, revenda, se o modelo ficou ultrapassado, readeque ao mercado e se o problema é você, não venda, compre, compre o sucesso e se venda para o novo!



quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Quanto eu vou ganhar?

Geralmente fazemos esta pergunta, quando alguém nos chama para algo e com toda certeza já ouvimos ou falamos esta frase várias vezes, mas será que tudo que vamos ganhar pagará o esforço, o empenho, a preparação, a qualificação, o tempo investido?
Ganhar é quase que um objetivo da vida, afinal, para nascer já se tem que ganhar uma corrida e perdoem o clichê, mas todos que conseguiram, já são vencedores ou ganhadores!
Sempre que damos um preço a alguma coisa, naturalmente ela perde o valor, pois o que tem preço não tem valor e o que tem valor, não tem preço, aí você~e pode me dizer: mas acabei de comprar um carro muito valioso, custou 200 mil reais, mas se ele tem preço, ele não tem valor, você consegue viver sem ele!
Se buscamos um ou outro emprego pelo salário, pelo que vamos ganhar, devemos repensar nossas carreiras, nossa motivação e principalmente nossa vida, pois um emprego deve somar e muito, em toda nossa vida, fazendo uma interligação, moldando o ser mais do que o ter, não sendo como muitos que possuem muitas coisas, mas não são nada quando a porta se fecha e se encontra sozinho, mesmo que em uma mansão ou dentro de um belo carro importado!
Quanto que eu vou ganhar não é a pergunta certa, mas o que eu vou realizar, qual a satisfação que este negocio vai me dar, quais sonhos vamos tornar realidade, esta sim é a pergunta correta, pergunta que dificilmente ouviremos em uma entrevista de emprego ou até mesmo frente ao espelho!
Perguntemos para nós mesmos se o que vamos ganhar pagará nossa realização, satisfação e principalmente a formação, se o que vou ganhar não pode formar quem eu sou, muito menos me completar interiormente, então, o que vou ganhar não tem valor, mas o que vou realizar, com quem vou me relacionar, o que vamos construir e o que sonharemos e realizaremos juntos, isso sim, valerá mais a pena do que qualquer salario no mundo e uma pessoa consciente e segura do que faz, realizada e feliz, tem infinitamente mais valor na vida das que a cercam, seja a família, os amigos e é claro o próprio "chefe!"

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

SEU TRABALHO CONDIZ COM SUA IDADE?!

Há diversas profissões e diversas maneiras de se ingressar em uma ou outra.
Alguns cresceram sabendo o que queriam, outros decidiram ao término do ensino médio, uns começaram a faculdade de uma coisa e terminaram em outra, enquanto uma grande parte seguiu um destes dois caminhos; seguiram a profissão dos pais, assumindo os negócios da família ou escolheram o que daria mais ganhos financeiros.
A profissão de uma pessoa, com o passar do tempo, diz muito sobre quem ela é ou até mesmo passa a fazer parte da personalidade dela, encontrando-se muitas vezes pessoas que não precisam sequer dizer o que fazem, só de as olharmos sabemos o que ela faz, no que trabalha.
Mas com o passar do tempo, a profissão se transforma, se reinventa, algumas mudam demais, enquanto outras, até mesmo, acabam, dando lugar a tecnologias e outras formas de se fazer algo que nos acostumamos a ver determinados tipos de pessoas fazerem.
com este passar do tempo e a idade que passa junto, o que fazer, como agir, no que agir e para que agir? Alguns correm para algo mais tranquilo, outros para o mais rentável, enquanto um seleto grupo permanece ou mesmo que muda, se encontra fazendo algo que condiz com o tempo que passou na sua vida também!
Seu emprego pode dizer muito sobre você, pode ser algo integrado a sua vida, como um médico, que onde quer que esteja, continua "de plantão", pois basta um sinal de indisposição em alguém a sua volta, para o sinal vermelho acender em seus olhos!
Quando pensamos que seu trabalho deve coincidir com sua idade, não estamos relacionando o tipo de atividade, se exige mais ou menos força, mesmo sabendo que isto implicará muito no desempenho, mas estamos falando de algo que pesa muito mais para movimentar: a mente, pois pensar que todo trabalho braçal é o mais importante, é um erro, o trabalho braçal, o movimento corporal, nada mais é que necessário na maioria das atividades, porém, o importante é o trabalho mental, o que se guarda dentro é infinitamente superior a embalagem, Todos os dias cruzamos com belas embalagens, novas, resistentes, grandes, intensas, porém sem o menor conteúdo, sem o que de fato importa e quando o tempo passa na vida, o que fica é o conteúdo, pois quando o corpo cai e se enruga, o cérebro treinado e abastecido, sempre se manterá de pé, ou você se acha que o famosos mestre Miague seria capaz de entrar no ringue e bater no oponente do Daniel San, caso ele perdesse? Ele era capaz de dar sim, o melhor treinamento, era capaz de conquistar a vitória, usando qualquer corpo, seja de um homem ou apenas o de um menino.
Por isso, nós devemos saber que quer estejamos no ramo a 20, 30 ou 40 anos, quer tenhamos mudado já na idade da maturidade, devemos entender se nosso atividade profissional, nosso trabalho ou emprego, condiz com nossa idade, assim, jamais iremos ser chamados de infantis, imaturos ou velhos, ultrapassados, pois nosso nível de execução sempre será alto, nosso atendimento sempre qualificado, nossa apresentação sempre de acordo e principalmente, nosso resultado, este sim, será capaz de trazer satisfação, realização e para muitos quem sabe, até a morte do sonho da aposentadoria, porque uma pessoa segura e feliz do que e no que faz, prefere ir até a linha de chagada da vida, fazendo não o que ganha mais, mas o que a realiza mais, afinal, ninguém quer na sua lápide: AQUI JAZ UM FRUSTRADO, QUE PAROU QUANDO PODIA MAIS!

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

BOM DIA!

BOM DIA! Será que hoje é um bom dia para venda? Quantos de nós já não acordou e ao olhar na janela, não se fez esta pergunta? Todos nós nos perguntamos se hoje vamos ou não atingir o resultado e isto não se aplica só nas vendas, pois desde um dentista que não tem a certeza se o dente sairá sem maiores problemas, até um médico que terá que aguardar meses para saber se um transplante foi bem sucedido, todos, todos nós, vivemos com a incerteza e a diferença está em quem entra nesta nuvem de fumaça buscando encontrar algo e quem simplesmente se senta acreditando que tudo vai passar! tudo vai passar mesmo, inclusive as oportunidades...CONTINUA

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

3 SINAIS QUE ESTÁ MATANDO SUA PRODUTIVIDADE!

O primeiro sinal de que isto pode estar a acontecer
é se o Líder estiver constantemente a pedir
“um minuto” aos seus funcionários. Um minuto
aqui, outro ali e a concentração dos elementos da
equipa começa a desaparecer. Enquanto Líder,
seja mais organizado e peça essas mesmas tarefas
de uma só vez, evitando assim interromper constantemente
o trabalho da equipa.

O segundo sinal de que o Líder está a matar a produtividade
é quando ele... não se preocupa com
ela! Atualmente existem ferramentas que podem
ajudar a organizar melhor o dia a dia e assim melhorar
a produtividade, que deve ser algo que o Líder
deve procurar melhorar constantemente.

O último sinal é quando o Líder vai constantemente
contra o objetivo da empresa. A expressão
“um dia ele diz uma coisa no outro dia outra” adequa-
se muito bem nesta situação. Ser claro sobre
os objetivos torna possível para todos a definição
das suas próprias prioridades e dar o seu
melhor diariamente. Menos stress é sinónimo
de maior produtividade.
Se você busca viver da corretagem, mas ainda é alguém que se permite dois pensamentos, do tipo: acreditar e não acreditar, ir ou não ir, fazer ou não fazer, você certamente terá problemas, pois em determinadas áreas, só temos uma alternativa, não há opções, não há como voltar, nem como parar, a unica coisa a fazer é ir em frente, mesmo com o vento e até muitos indo em lado oposto!
perseverança é o que mais se precisará!

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Imóvel é o lugar onde você pode até não passar muito tempo, mas é onde você deve passar os melhores momentos de sua vida!




PROCURE SEMPRE UM CORRETOR

O VAI E VEM DO MERCADO.

O vai e vem do mercado

Aqui se planta e aqui se colhe, aqui se faz e aqui se paga, quantas vezes já ouvimos ou até mesmo pronunciamos estas frases. É a lei da semeadura, a lei do retorno, que muitas vezes passa despercebida por nós.
Não há uma regra ou um prazo, não podemos, dizer que isso foi feito hoje, daqui a uma semana acontecerá aquilo, não há prazos estipulados pelo homem, em que o universo através de seu criador irá dar a oportunidade de um ressarcimento ou um “troco”!
Na vida como em todas as outras coisas somos como plantadores, investidores, ou coisa assim, pois sempre estamos depositando ou confiando algo em terra alheia, sem saber que rendimentos teremos. 
O problema ou a solução começa quando sem sabermos o que investir e em que terra investir, começamos a plantar e plantar, vendo a frente nada mais que nosso umbigo, regado nas águas do eu primeiro, daí em diante o que colher e quando colher, só há uma pessoa no universo capaz de saber e como Ele não costuma andar por aí com carro de som, com gráficos e letreiros do que vai dar naquele dia, ficamos sem palpites para arriscar, completamente abandonados no campo das emoções, emoções estas muitas vezes, alheias!
Em uma relação corporativista, ainda hoje no seculo XXI, encontramos pessoas com a mentalidade de 500 anos atrás, buscando fugir a todo custo, achando que o cheiro da senzala alheia é sempre mais gostoso que o da nossa, esquecendo que somos pagos pela raridade e não pela produtividade, pois para produzir temos as maquinas, para ser raro precisamos de pessoas, já que nem a mais valiosa das pedras podem explorar todo seu valor, sem que tenha passado pelas mãos dos homens!
Precisamos buscar nosso sonhos, certos de que eles nos alimentam mais que as cestas básicas, nos levando mais que de um ponto ao outro, pulsando aos nosso pulmões o ar da realização!
Os fóruns lotados, as salas de reuniões cheias, o clima tenso a relação empregado empregador, cada vez mais tensa, caminhando a passos firmes por uma linha cada vez mais tênue, terrenos revirados em suas emoções e origens, raízes arrancadas sem que se dê a chance de se tornar uma bela flor.
Não prego que se viva uma família, um clima de intensa harmonia dentro de nossas empresas, mas como resiste uma corda em que cada um puxa para um lado! Pena dá do mais fraco, afinal ela uma hora arrebenta. Cada um, seja no ramo que for, sempre terá um facilitador e um complicador, para desenvolver seu negócio, e estes fatores estarão presentes antes, durantes e depois do negócio ser fechado, o que de fato precisamos é de tentar buscar e usar de harmonia, para que tudo saia da melhor forma, temperado com as calorosas e sadias discussões, premissas de crises e o famoso vai e vem do mercado, onde se formos um pouquinho mais sábios, talvez, apenas talvez, saibamos como e quando escolher este ou aquele ambiente para ficar, sendo mais um plantador de sementes boas do que um desmatador da paz!

Luciano Pierre

Os bons líderes não contratam pessoas fracas



Existem vários erros que os líderes normalmente cometem e já falamos sobre eles aqui e aqui. Porém, existe um erro que o líder não pode cometer: o de contratar pessoas mais fracas do que ele.
 Muitas vezes, por receio de serem ultrapassados ou de verem as suas ordens questionadas, os líderes acabam por contratar pessoas com menos capacidades.
 “Se os membros da equipa pouco souberem, jamais haverá problemas, jamais a minha liderança correrá perigo”. Assim pensam os líderes fracos.
 O resultado de um líder é a soma do que ele, em conjunto com a sua equipa, consegue fazer. Ter uma equipa fraca torna o líder indispensável, mas isso é só mais uma forma de enfraquecer a sua empresa.
 Além disso, o líder também garante que os seus resultados são inferiores aos que eles poderiam ser, caso existisse algum trabalho de equipa.
 O líder forte contrata pessoas que são melhores do que ele. Ele sabe que, uma das suas funções é criar líderes para o futuro e não apenas seguidores das suas ordens.
 Ele também faz questão de elogiar o trabalho deles, pois sabe que isso motiva-os a seguir em frente e a enfrentar obstáculos.
 O bom líder é duro com a sua equipa, pois sabe que isso irá trazer ao de cima as suas melhores características.
 Grandes líderes contratam bons profissionais. Maus líderes contratam pessoas mais fracas do que eles.

AS 8 CHAVES PARA O SUCESSO DO CORRETOR DE IMÓVEIS


Eu acho que o corretor de imóveis já me conhece o suficiente para saber que sempre procuro causar alguma reflexão positiva na mente das pessoas. E para não fugir desta conduta, resolvi dividir com você um pouco dos ensinamentos de Carlos Wizard Martins, um líder empreendedor que me inspira constantemente e que também pode inspirar você.

    “Toda pessoa passa por um momento de autodefinição. Algumas, ainda na adolescência, conseguem descobrir seu talento; outras se encontram na faculdade; e algumas quando já estão atuando na profissão.”

Wizard defende que o segredo do sucesso está na combinação entre muita transpiração, um toque de inspiração e a escolha do nicho certo. Exatamente o que umcorretor de imóveis vive diariamente em sua jornada profissional. Além disso, ele explica que toda pessoa que vence passa por um período chamado de “o abismo do fracasso”, onde o empreendedor amadurece trabalhando suas potencialidades e limitações.
O objetivo do artigo é mostrar ao corretor de imóveis que existe um caminho a ser desbravado com muita transpiração, inspiração e posicionamento adequado. Um caminho que precisa ser percorrido antes de deixarmos o “abismo do fracasso” e nos projetarmos em um novo momento de vida, tanto no aspecto profissional quanto financeiro.
Para tangibilizar este caminho, eu tomei a liberdade de pesquisar os principais pontos que o corretor de imóveis deve trabalhar para se projetar em uma carreira promissora, o que me levou a perceber que devemos abrir oito portas antes de alcançar o tão desejado sucesso.
Contudo, para abrir essas portas precisamos ter a chave de cada uma delas. Então vejamos quais são as chaves que devemos conquistar:
Chave 1: sonhe acordado
Tome o cuidado necessário para sempre ter os pés no chão e a mente nas estrelas, porém, ao manter sua mente nas estrelas saiba que está buscando renovação. Acredite em seu projeto e estabeleça um ciclo de sucesso para nortear seus passos.
Mantenha-se sempre comprometido com suas tarefas atuais, mas nunca se acomode e deixe de procurar novos caminhos. A grande sacada é saber construir uma ponte para ligar o lugar onde você está ao lugar onde você quer chegar.
Chave 2: zere seu passado
Dívidas antigas precisam ser finalizadas, pois elas podem prejudicar seu futuro financeiro. Não deixe seu empreendimento profissional ser prejudicado por amarras financeiras.
O corretor de imóveis pode sentir na pele uma grande oportunidade escapar porque não conseguiu imprimir um ritmo intenso. E muitas vezes este ritmo deixou de ser intenso porque uma dívida limitou os investimentos necessários.
Chave 3: deseje empreender para enriquecer
Esqueça a ideia de que dinheiro traz mais dinheiro. O que realmente torna uma pessoa próspera é o desejo e a capacidade de empreender, aliados à razão e espírito nutridos de pensamentos positivos.
Quando empreendemos somente por dinheiro, nossa rotina vira um fardo sem prazer e satisfação. Você precisa acreditar no que faz e, principalmente, amar o que faz.
Chave 4: acredite na origem da vida
Quando a pessoa estabelece uma conexão com sua origem divina, ela desenvolve forças para não desistir de caminhar em busca de seus sonhos. Ouça a sua voz interior e concentre-se em suas potencialidades.
Se você acredita que não está sozinho e que existe um universo que conspira a seu favor, tudo vai se tornar mais promissor à medida que você se apoiar nisso.
Chave 5: guarde cada tostão para guardar o milhão
Quem deseja prosperar deve aprender a guardar e acumular para que o dinheiro se multiplique. Nunca esqueça que, para prosperar, parte dos ganhos deverão ser destinados à construção de seu patrimônio futuro.
Mais importante que ganhar é saber guardar. Uma premissa que vejo ser esquecida por muitos corretores de imóveis quando recebem suas comissões.
Chave 6: determine quanto quer ter
As atividades que realizamos indicam exatamente o valor da remuneração que recebemos. Desafie-se a aumentá-la, pois isso motivará você a buscar qualificação e desenhar novas estratégias.
Sempre costumo dizer que os números regem o mundo. Falo isso porque quando quantificamos um sonho podemos avaliar com mais clareza se estamos progredindo ou regredindo.
Chave 7: cresça e multiplique
Monte uma equipe de talentos e transforme o seu sonho individual em um projeto coletivo. O verdadeiro sucesso acontece quando você for capaz de auxiliar outras pessoas a terem sucesso também.
É preciso dividir para multiplicar sua experiência na vida de outras pessoas. A forma ideal de construir uma reputação financeira e social.
Chave 8: observe e permita
Para alcançar o sucesso é preciso estar com todos os sentidos bem aguçados e observar o que está acontecendo à sua volta. A capacidade de reagir e superar seus medos e desafios vem da oportunidade de identificá-los e combatê-los a todo momento.

Permita que as pessoas se aproximem de você e procure entendê-las. O grande erro é achar que podemos ser os donos da verdade e que todos devem seguir nossos passos e acatar nossos posicionamentos.

NÃO SEJA CORRETOR...

Motivos para não ser corretor de imóveis
Hoje, lendo um artigo sobre empreendedorismo no Webinsider que fala sobre sinais falsos de empreendedorismo, me dei conta que aquilo ali era muito similar a realidade de milhares de pessoas que pensam que vão encontrar na profissão de corretor de imóveis uma vida profissional fácil com mais bônus do que ônus.
Estes sinais, as falsas motivações (lê-se: ilusões), para alguém tornar-se um empreendedor são as mesmas para o nosso mercado, pois todo corretor é um empreendedor de si mesmo, da sua equipe ou imobiliária.
Por isto, estou aqui, “traduzindo” estes sinais apontados por Leandro Ramos no Webinsider, para o contexto do mercado imobiliário.
Mas um aviso urgente antes de você, que já é corretor, ler isto!
VOCÊ É O CARA! E SABE DISSO, pois vive esta rotina dura que só um verdadeiro campeão pode suportar e superar. Abdica de muito e batalha a cada instante pelo sucesso e, talvez ainda não tenha alcançado algo que se possa chamar de plenitude, mas se continuar firme, consciente, positivo e forte, esta será sua redenção.
Agora pode ler. ;)

10-motivos-para-nao-ser-corretor-de-imoveis-blog
1. Detesto minha empresa
Por si só, esta não é razão para alçar voo como corretor de imóveis. Se não está contente com sua atual condição, troque de empresa. Se você acha que vai encontrar no mercado imobiliário a paz profissional que imagina: pare e pense antes de cruzar os trilhos. A realidade é uma maria-fumaça impiedosa e é preciso muita calma – e talento -para atravessar os primeiros momentos como corretor e alcançar a primeira venda. Lembre-se que são RARAS as imobiliárias que trabalham com salário fixo para corretores.

2. Odeio meu chefe
Assim como no caso da empresa, troque de chefe – ou de empresa. Se você acredita que tornar-se chefe de si mesmo será mais fácil que gerenciar seu relacionamento com outro superior é mais fácil, engana-se. Até mesmo porque se você for trabalhar em uma imobiliária, terá um chefe também e pode ser a mesma coisa (mas unido com as intempéries do dia-a-dia do corretor).

3. Ter mais tempo livre
A principal das utopias. Você terá todo o tempo livre e nenhum tempo livre. Estará sempre com seu celular no bolso apto a receber a ligação de um cliente ou do seu “novo chefe”. Além do mais, você muitas vezes terá de adequar o horário de uma visita ao tempo livre do seu cliente e isto pode ser no domingo ao meio-dia ou na segunda-feiras às 6h30mim. E não se atrase!

4. Ganhar mais dinheiro ou ainda ficar rico
Comissões! Comissões! 6% em cima do imóvel de 500 mil reais! Que luxo. Até você entender a realidade do mercado que você vende um imóvel agora e outro daqui há três meses e que neste meio tempo vai ralar muito e fazer aquela parceria com o posto de gasolina com dinheiro, muitas vezes, do seu próprio bolso. E alguém falou em 6%? Na maioria das vezes não, exceto se você trabalhar sozinho, já que nestes 6% tem a parte do dono da imobiliária, do seu gestor e do captador. Outro ponto é que, até você pegar o “jeito” do mercado e a técnica de venda ideal, você terá que lidar com este vai e vem econômico e emocional.

5. Ter horários flexíveis
Assim como o tempo livre, você tem toda a flexibilidade. Até que o telefone toca. É como a vida de um médico que “trabalha pouco”, mas fica sempre pendurado. Una esta pseudo-flexibilidade com períodos de instabilidade econômica e você verá que as vezes o domingo no parque vai ser substituído pelo domingo de plantão. Sem falar das reuniões para alinhar estratégias com a equipe e os quase obrigatórios coquetéis de lançamento de empreendimentos e treinamentos das incorporadoras sobre o produto deles.

6. Querer provar algo
Orgulho e vaidade nunca foram um bom ponto de partida para tomada de decisões. Se você quer “mudar de vida” para provar, para si ou qualquer outra pessoa, que tem tempo e dinheiro de sobra, que é “dono de si mesmo” ou qualquer outro “motivo”, não vá para a corretagem pois você pode não conseguir provar nada e perder muito com isto.

7. Estar desempregado
Sem a devida força e alguma reserva, tornar-se corretor de imóveis somente por estar desempregado não será a melhor ideia. Nem sempre a venda sai de primeira (quase nunca) e você poderá passar algum tempo investindo tempo e dinheiro sem o equilíbrio emocional e planejamento necessário para este novo caminho.

8. Fazer o que que gosta
É um bom motivo realmente! Mas busque saber mais sobre a rotina, as dificuldades e os benefícios de ser um corretor de imóveis. Vá até uma imobiliária e converse com um. Assim você sera capaz de ponderar se o “que eu gosto” é capaz de me dar prazer e retorno quando isto vira rotina.

9. Só pensar em estratégia
Cansado de seguir ordens e quer definir seus próprios objetivos e rumos? Ótimo! Tem pique para coordenar toda a sua rotina de atendimentos e decidir qual o cliente vale mais a pena e correr atrás de um atendimento diferenciado para ele?

10. Seguir a moda
Virar seu próprio “patrão” está na moda. Empreender está na moda. Assim como ser corretor de imóveis, autônomo ou não, e seus horários flexíveis, comissões fartas e mercado aquecido. Tudo fica mais bonito quando descobre que seu amigo faturou 15 mil reais numa venda. Quem não quer, não é? Mas não se baseie somente em casos de sucesso e busque entender a realidade do mercado e de seus profissionais.

…..
11. Já sou corretor, e agora?
Meu amigo! Mantenha a cabeça erguida, a espinha ereta, a mente calma e foco no cliente. Estude muito sobre seus imóveis, sobre seus clientes, sobre técnicas de vendas, tecnologias que ponde lhe ajudar a vender mais e atender melhor, e esteja sempre bem informado sobre o que passa no mundo e na sua cidade (de notícias gerais mesmo – é sempre bom pra manter a conversa com o cliente).

Você sabe que precisa ser emocionalmente equilibrado e ter um bom planejamento financeiro pessoal e/ou com sua família. Corretores de imóveis precisam ser, por natureza, resilientes, ou seja, suportar grandes tensões sem “romper-se”, sem perder as rédeas de si. E assim, com o tempo e a maturidade profissional, sempre se conquista uma estabilidade, uma boa carteira de clientes e o sucesso tão esperado.

FOCO EM QUE?

FOCO EM QUE?

EM UMA SOCIEDADE DE TANTOS ANSEIOS, DESEJOS E DESAFIOS, A VIDA VAI CADA VEZ MAIS SE EXTINGUINDO, SE FOSSE POSSIVEL, ACHO QUE CRIARÍAMOS ROBORES PARA TUDO, JÁ QUE SUBIR O VIDRO DO CARRO, UMA ESCADA É TÃO SACRIFICANTE, DE MUDAR DE CANAL A IR AO CORREIO POSTAR UMA CARTA, SÃO TAREFAS FORA DO NOSSO ROTEIRO.
UNSA BUSCAM CARROS, OUTROS CASAS, OUTROS A TÃO SONHADA QUALIFICAÇÃO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL, MAS POUCOS BUSCAM VIVER!
DIZER QUE ESTÁ VIVENDO E VIVER, SÃO DUAS COISAS TOTALMENTE DIFERENTE, JÁ QUE OS QUE DIZEM QUE ESTÃO VIVENDO, ESTÃO MAIS INDO NO BARCO DO QUE CONDUZINDO-O E QUANDO A VIDA TE LEVA, ELA SEGUE QUALQUER DESTINO, AGORA QUANDO SE VIVE AQUILO QUE DE MELHOR SE PODE E TEM, SE ASSUME O LEME, POIS QUEM TEM O LEME SABE A DIREÇÃO!

ONDE ESTÁ NOSSO FOCO, NAS COISAS OU NAS PESSOAS, EM SER OU EM TER, FOCO NO PILAR FINANCEIRO OU NO PILAR DA REALIZAÇÃO?
PRECISAMOS ENTENDER QUE NEM SEMPRE O DINHEIRO PAGARÁ NOSSA REALIZAÇÃO, MAS A REALIZAÇÃO PODE PAGAR O QUE QUISERMOS, PRINCIPALMENTE AS NOITES EM QUE NOS DEITAREMOS E DORMIREMOS TRANQUILOS, POIS UM CORAÇÃO REALIZADO E SEGURO DO QUE SE FAZ, DESCANSA, DESCANSA EM MEIO A GUERRA OU A PAZ!

VAMOS JOGAR?



Quando eu e você éramos crianças, sempre tínhamos um jogo em mente e caso não tivesse nenhum, éramos plenamente capazes de inventar um, o importante era estar em atividade, era jogar.
Tínhamos diversos jogos entre os inventados e os já tradicionais, com prêmios ou não, o que valia era jogar e quando a vitória vinha, era melhor ainda, pois o prazer de "zoar" os perdedores era imensurável!
Para nós nunca valeu o tal do competir, para nós o que valia era ganhar, havia vitórias como aquelas no pique - esconde, garrafão, carniça, pega-pega ou outro tipo de pique, que não valia nada, mas disputávamos como uma final de campeonato, só para ao final sentarmos todos esbaforidos na calçada e analisarmos os resultados, quem caiu, quem apanhou, quem riu, quem se deu muito bem e quem se deu mal.
Como todo jogo haviam suas regras e mesmo que nossas inocentes brincadeiras unisse crianças muito obedientes e crianças não tão obedientes assim, impressionava o fato de todos as cumprirem!
Jogo é jogo, que vença o melhor, o mais ágil, o mais esperto, o mais forte ou o mais preparado, mas o que não se pode fugir é das regras, pois se jogo é jogo, regra é regra, mesmo aquelas inventadas cinco minutos antes de começar a brincadeira, não importa, eram cumpridas!
Como diz a famosa frase que o combinado não sai caro, assim combinamos regras, formas e métodos de o que fazer e como fazer, porém em alguns casos, nem sempre são seguidas as regras ou elas simplesmente vai-se na contramão do que diz o comentarista de arbitragem, as regras não são claras, assim ficamos por saber o que fazer, mas não muito como fazer, gerando diversas formas de fazer, vícios ao fazer e exageros ao fazer!
Quando decidi ser corretor de imóveis e comecei a me relacionar com outros corretores de imóveis, percebi algo muito claro: a profissão como qualquer outra, possui um órgão regulador, uma classe  com normas e regras, mas elas são seguidas?
As regras da corretagem são ou não são claras? Na verdade algumas sim, outras não, mas onde se encontra o manual, no órgão regulador e se elas não forem seguidas ele pune seus transgressores?
Em todo lugar, nas mais diversas profissões, também se faz evidente a frase clichê, que diz que há os bons e os maus profissionais, mas se tratando de corretores de imóveis, os que também se sentem abandonados pelo órgão regulador, os que também são desunidos e os que também muitas vezes se prostituem em troca de um resultado, seja ele grande ou pequeno, precisamos entender que fica de certa forma mais fácil fugir ou simplesmente não se aplicar regras, pois o básico está lá, escrito, ensinado, passado nas palestras, nos vídeos e  cursos sobre a profissão, mas o principal não está: a educação em jogar.
Jogo é jogo, regra é regra, mas ser humano é ser humano e de Eva para cá, vem-se quebrando as mesmas, poderia se comer de tudo, menos daquela árvore, pode-se vender de tudo, menos deixar de ser profissional e quando um corretor deixa de manter sua comissão, deixa o proprietário dar o valor do imóvel, regado no sentimento, na proximidade da mãe, na rua que cresceu, no bairro que gera status, na decoração que ele sonhou, deixa de fazer o básico: seu trabalho!
Quebramos as regras para garantir comissão, para fugir de impostos, para efetuar a venda de forma mais rápida, para simplesmente não deixar de vender ou não perder o cliente, mas esquecemos que quanto mais profissional, quanto mais dentro das normas e regras, mais seremos procurados, procurados não pelo trabalho em si, mas pela confiança, já que ninguém vai ao médico porque ele faz mais barato, ou porque ele usa um produto de segunda linha, pelo fato dele não ter consultório e atender nos fundos de casa, as pessoas vão ao médico pela confiança, por indicação, ou você nunca ouviu alguém dizer: “ vai nele que ele é bom”, vai nesse que fez o parto da minha filha, vai naquele que cuidou do meu marido, etc?
Nós corretores de imóveis precisamos entender que as pessoas não compram conosco por fazermos descontos, por darmos brindes ou vantagens a elas, pois elas não vêm até nos como quem vai a uma loja de conveniências ou uma loja de eletros, elas não estão comprando sapatos, que se não couber ou ficar apertando, dão para a amiga ou amigo, estamos trabalhando com sonhos e cabe ressaltar algo sobre sonhos;
1-     Sonhos são diferentes, pessoais e intransferíveis
2-     Sonhos não tem tamanho, não cabem inclusive no bolso
3-     Sonhos quase nunca são realizados de imediato
Então se uma pessoa nos procura e nos entregam o esboço dos seus sonhos, precisamos saber que ele pode ser exclusivo, não caber no nosso e em outros bolsos e podem até levar tempo, mas são absolutamente realizáveis e quem pode realizá-los? Nós, desde que mantenhamos a sobriedade, a determinação e principalmente, o enquadremos ás regras, pois no jogo da vida já vimos e já vivemos muitas experiências ruins, por fugirmos delas, vivemos em um país marcado pelas conseqüências da falta delas, onde o jeitinho vale mais que o correto, onde a regra mais clara é a de se dar bem, mas essa “regra” nuca nos levou a lugar algum.

Portanto ser corretor é sim pular do avião sem pára-quedas, entrar no mar revolto sem nenhum auxílio, mas é saber que por mais que existam diversos meios e atalhos para se conseguir algumas coisas, os verdadeiros vencedores na profissão, sempre serão aqueles que buscam fazer o melhor, buscam se qualificar, seguir as regras, se aperfeiçoar e cada dia mais se apaixonar pelo que faz, certo de que no jogo da vida, ainda realizará muitos sonhos e certamente todos sairão vencedores!

Luciano Pierre